O que sabe sobre a saúde oral do seu melhor amigo?

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Você sabia que, em se tratando de saúde oral do seu cão ou gato, você ainda tem muito para aprender?

Cães e gatos apresentam uma dentição de leite e uma definitiva, como nós:

  • Cães possuem 28 dentes de leite e 42 quando adultos
  • Gatos possuem 26 dentes quando filhote e 30 quando adultos

Nas raças de pequeno porte é comum que dentes de leite não caiam e fiquem retidos na boca, causando infecções precoces, ferimentos e má oclusão dentária. Se notar um dente retido, leve-o ao dentista veterinário.

A doença mais comum dos cães e gatos chama-se doença periodontal. Ela acomete 80% dos pets acima da idade de 4 anos. Ela é causada pelas bactérias que se desenvolvem no tártaro depositado nos dentes dos cães causando primeiramente gengivite, mau hálito e depois evoluindo para infecções graves que podem causar retração gengival, perda óssea, mobilidade dentária, sangramento gengival, dor, infecção óssea e nasal. Há casos mais graves que podem evoluir para endocardite bacteriana, infecções renais, artrites, septicemia e até morte. È muito importante que você cuide da saúde oral do seu cão ou gato assim como cuida da sua, de forma preventiva, através de higienização rotineira em casa e com visitas periódicas ao dentista veterinário.

Como identificar se há algo errado?

  • Mau hálito
  • Gengivas avermelhadas, inchadas e/ou com sangramento
  • Raizes dentárias aparentes
  • Pet refuga ao receber carinho no focinho
  • Perda de peso e dificuldade em comer ração seca
  • Mastigação em apenas um lado da boca
  • Pet bate o queixo rapidamente, repetidas vezes
  • Mudanças comportamentais e de temperamento (mais ranzinza ou agressivo)
  • Pet esfrega o focinho frequentemente
  • Salivação intensa

Você deve levar seu pet ao dentista veterinário uma vez ao ano para uma consulta odontológica e acompanhamento da saúde bucal. Este cuidado é tão importante para a sua saúde geral e longevidade quanto fazer as vacinas e as vermifugações anuais rotineiras!

O que você pode fazer preventivamente?

A forma mais eficaz de evitar o excesso de formação de tártaro que causará a doença periodontal é evitando o seu início, agindo preventivamente, enquanto existe somente a placa bacteriana na superfície dos dentes, antes que ela comece a receber cálcio da saliva e comece a formar o tártaro.

Nenhum método de prevenção se provou tão eficiente quanto a escovação dentária. Através das cerdas da escova há uma força mecânica de fricção na superfície dos dentes, removendo a placa bacteriana e evitando sua transformação em tártaro. Nenhum método químico, enzimático ou qualquer antisséptico se mostrou tão eficaz. Concluindo: você deve SIM escovar os dentes do seu pet e a frequência ideal é uma vez ao dia.

Marque uma visita com o dentista veterinário para aprender como cuidar melhor dos dentes do seu pet e receber um treinamento de como acostumá-lo a aceitar escovar os dentes frequentemente.

Além da doença periodontal, queremos também chamar sua atenção para cães e gatos que apresentam dentes quebrados na boca. Há várias razões para que isso possa ocorrer, mas nosso objetivo que você saiba que dentes que tem a polpa dentária exposta (a parte interna, viva do dente) não podem ficar sem tratamento adequado. Algumas vezes as fraturas provocam sangramento e dor, mas em outras (se a polpa morrer) o cão ou gato pode não demonstrar sinais de dor, mas precisam ser tratados mesmo assim. A polpa exposta permite entrada das bactérias que estão na boca e iniciam uma pulpite bacteriana que é um foco infeccioso que poderá evoluir até atingir o osso da face (abscessos dentários e osteomielite), causar fraturas patológicas (em mandíbulas de cães de pequeno porte), provocar sinusites e infecções nasais e até mesmo, em casos crônicos pré dispor o aparecimento de tumores orais.

Cuide da saúde oral do seu pet, ela está intimamente ligada à uma vida saudável e longeva.

Dra. Cláudia Youle – especialista em odontologia veterinária – Vet Care

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Cortisona: saiba quais são os benefícios e, principalmente, os malefícios dessa medicação

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Sabe aquela pomadinha com cortisona que você usa no seu pet cada vez que ele tem uma coceira? O uso em excesso dela pode fazer muito mal ao seu pet!

Como muita gente sabe, o melhor amigo do paciente com alergia é a famosa CORTISONA. A cortisona possui muito nomes (dexametasona, prednisona, prednisolona, betametasona, etc) e muitas apresentações (comprimido, liquido, pomada, colírio, injeção, etc) e, na maioria das vezes, o tutor não sabe de fato que o uso indiscriminado dessa medicação pode causar uma doença chamada de hiperadrenocorticismo iatrogênico.

Já falamos aqui sobre a doença hiperadrenocorticismo, causada pelo aumento da produção de cortisona pelo próprio organismo. Mas VOCÊ também pode causar a doença, ao administrar cortisona em excesso no seu melhor amigo!

A cortisona, também chamado de cortisol, é um hormônio produzido pela glândula adrenal e desempenha uma série de funções MUITO IMPORTANTES no organismo. As funções mais conhecidas da cortisona são as ações anti-inflamatória e antialérgica. E é por isso que essa medicação é prescrita em forma de comprimidos quando seu animalzinho tem coceira ou está com muitas dores articulares ou, em pomadas e cremes, quando ele está com “bolinhas” e vermelhidão na pele, por exemplo. A cortisona é um remédio muito efetivo e todos viram fãs após verem que seus pets ficam curados do mal que os afligia. Porém, o uso excessivo dessa medicação pode trazer uma série de efeitos desastrosos no organismo, como por exemplo: aumento do volume abdominal (geralmente causado pelo aumento do fígado), ganho de peso, aumento do apetite,  da sede e  da produção de urina, aumento da pressão arterial sanguínea, aumento das enzimas do fígado, baixa de imunidade (o que muitas vezes piora o problema de pele ao invés de melhorá-lo), queda de pelos e até mesmo a diabetes!

Além disso tudo descrito acima, quando administramos cortisona em excesso num paciente, mesmo que na forma tópica (colírios, pomadas, cremes e sprays), a glândula adrenal diminui a produção de cortisona. E, quando você suspende de forma abrupta a medicação, a glândula não tem tempo hábil para se restabelecer e esse animal pode ter sinais de falta de cortisona: pressão arterial baixa, desmaio, hipoglicemia, vômitos e diarreia.

Portanto, antes de repetir a receita que o seu médico veterinário prescreveu na última consulta, lembre-se de que o uso ERRADO da medicação pode piorar o quadro do seu amigo ao invés de melhorá-lo! Fale sempre com seu médico veterinário antes de automedicar seu cão ou gato. Seu melhor amigo agradece esse cuidado!

Atenção! Muitas vezes a cortisona é imprescindível para a melhora clínica do paciente. Portanto, apesar de causar muitos efeitos colaterais, muitas vezes seus benefícios são essenciais para salvar a vida de animais com doenças graves. O importante é SABER usar. Os benefícios do seu uso devem superar sempre os riscos. Siga sempre as orientações do seu médico veterinário, ele saberá o que é melhor ao seu pet.

Dra. Flávia Braz – especialista em dermatologia e endocrinologia veterinária

Seu pet já aferiu a pressão arterial?

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Você sabia que é possível aferir a pressão arterial do seu pet? Assim como na medicina humana, os animais também podem sofrer com a hipertensão, porém raríssimas vezes, essa hipertensão é primária como nos humanos. A hipertensão pode ser secundária a outras doenças (renais ou endócrinas) e leva a lesão de órgãos-alvo em tecidos que recebem sangue com alta pressão sistólica.

Na rotina, usamos o método de medidas indiretas da pressão sanguínea (MIPS) que é um método não invasivo, indolor, obtido através da colocação de um manguito em uma das patas ou na cauda e utiliza-se um transdutor ultra-sônico para detectar o fluxo sanguíneo. O manguito inflado através do esfignomanômetro, irá comprimir a artéria impedindo o fluxo de sangue naquela região e assim, não é possível escutar a passagem do mesmo. Ao desinflar o manguito lentamente, volta-se a escutar o som do fluxo e é nessa hora que fazemos a leitura no esfignomanômetro. Animais ansiosos, que sofrem a “Síndrome do jaleco branco”, podem apresentar a pressão sanguínea aumentada. A mensuração deve ser feita em um ambiente tranquilo e o paciente ser minimamente contido. A pressão arterial sistólica de até 150mmHg é considerada normal. A pressão acima de 200mmHg é considerada grave e deve ser tratada.

Sopro em foco mitral, rins pequenos (gatos), descolamento de retina e hemorragia retiniana são os achados mais comuns encontrados em animais hipertensos.
Após confirmada a hipertensão testes deverão ser realizados para identificar a causa e o estágio do dano ao órgão-alvo e assim deve-se traçar um plano de tratamento e sugerir um prognóstico.

Alguns exames podem ser solicitados para ajudar no diagnóstico de hipertensão. Dentre eles estão os exames de sangue, pesquisa de hormônios, RX, eletrocardiograma e ecocardiograma, sendo este último o mais indicado para avaliar se há hipertrofia do ventrículo esquerdo concêntrica e em alguns casos encontrar descompensação e insuficiência cardíaca.

A hipertensão deve ser tratada junto à causa primária e um atendimento multidisciplinar é fundamental para o sucesso no tratamento.

Então, da próxima vez que seu pet for à consulta, peça para o seu veterinário aferir a sua pressão.

Dra. Fernanda Rohnelt – cardiologia veterinária

Ultrassonografia em cães e gatos: tire suas dúvidas

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A ultrassonografia é um método que produz em tempo real imagens em movimento das estruturas e órgãos do interior do corpo. Pode ser usado para fins preventivos, diagnósticos ou como acompanhamento de tratamentos. Entre as vantagens do ultrassom está a de ser de um método de captura de imagem não invasivo, sem usar radiação ou necessitar de anestesia.

Confira algumas das dúvidas mais comuns sobre a ultrassonografia e suas respectivas respostas:

1 – Como é feito o exame de ultrassonografia?

O exame consiste em fazer deslizar sobre a pele, com ajuda de um gel, um pequeno aparelho chamado transdutor, que emite ondas sonoras de alta frequência, que são captadas de volta sob a forma de eco. Como cada órgão e estrutura tecidual têm uma densidade específica, os tempos de retorno dos ecos devolvidos por eles são diferentes e são traduzidos na tela, formando uma imagem captada por um computador.

2- Para que serve o gel ultrassonográfico?

O gel usado em ultrassonografia é a base de água não causando alergia e/ou irritação na pele. É usado para facilitar o deslizamento do transdutor pela pele, neutralizar a interferência do ar no contado e fazem uma camada de afastamento possibilitando a visualização de estruturas superficiais.

3 – É preciso tosar a barriga do meu pet?

Infelizmente alguns vezes se faz necessário a tosa do local a ser avaliado para facilitar o contato do transdutor na pele e minimizar a presença do ar no local possibilitando assim a visualização das estruturas a serem estudadas. A tosa é feita com um aparelho próprio para isso e não causa dor.

4- A ultrassonografia é um exame seguro?

Sim, é um exame completamente seguro.

5 – É exigido algum preparo prévio antes da ultrassonografia?

A falta de preparo prévio não impossibilita o exame, mas como gás em alça intestinal dificulta a visualização de algumas estruturas, o ideal é que o paciente fique em jejum de 6 a 8 horas e com a repleção da bexiga.

6 – Este exame causa dor?

É um exame não invasivo e indolor que fornece imagens dinâmicas em tempo real, sem o uso de radiação ou anestésicos.

7- Meu pet é muito bravo. Precisa ser sedado para a realização do exame?

Não. O máximo que pode acontecer é ser necessário o uso de fucinheira e/ou toalhas e/ou malhas de contenção. Nenhum tipo de contenção causa dor ao animal q normalmente durante o exame acabam relaxando e cooperando quando se dão conta q nada de ruim ira acontecer.

8 – Existem contraindicações?

Não. Todos podem fazer este exame.

9- Qual a posição que o meu pet vai ficar?

A melhor posição para a realização do exame é em decúbito dorsal ,ou seja, de barriga p cima. Eles são deitados com todo o cuidado e carinho em uma calha de espuma grossa forrada na qual ficam confortavelmente durante todo o exame.

10- Quanto tempo demora o exame?

O exame é operador dependente mas o comportamento do pet também deve ser levado em consideração. Normalmente leva entre 30 minutos a 1 hora de duração.

Tem mais dúvidas a respeito desse exame? Envie para gente!

Dra. Elida Gripp Manheimmer – ultrassonografia veterinária

 

O veterinário auscultou um sopro no coração do meu pet. E agora?

shrpei puppy dog with a stethoscope on his neck. isolated

Existem vários motivos para o sopro estar presente. Mas tem um tipo de sopro que é sem dúvida o mais frequente na clínica de pequenos animais, que é o causado na endocardiose de válvula mitral (EVM).
Mas afinal o que é EVM? É a doença cardíaca adquirida mais comum nos cães idosos que pode acometer qualquer raça, porém cães de pequeno porte sofrem mais as consequências clínicas da doença. Com o passar do tempo as valvas que deveriam ser finas, lisas e com boa coaptção, sofrem uma degeneração e fibrose com isso elas não conseguem exercer bem o seu papel. As valvas funcionam como portas bang bang (tipo de faroeste) que abrem e fecham o tempo todo! Milhares de vezes ao dia! Elas servem para impedir que o sangue que deve sair do átrio em direção ao ventrículo, retorne ao átrio. Quando essas “portas” não exercem seu papel de forma adequada ocorre um refluxo de sangue para o átrio. O sangue saindo do átrio em direção ao ventrículo mais o refluxo causa um turbilhonamento que pode ser auscultado ou até mesmo sentido com as mãos, dependendo da velocidade.
Que consequências o sopro pode ter? Pense no nosso dia a dia, no trânsito, por exemplo: Quando o transito está muito ruim em uma importante via, ele vai refletir não só pontualmente naquele local mas também em outras vias. No coração acontece como no trânsito. Fisiologicamente o sangue vem das veias pulmonares, chega ao átrio esquerdo e segue em direção ao ventrículo esquerdo e de lá ele segue para a artéria aorta sendo distribuído para o resto do corpo. Na EVM parte do sangue está indo em seu fluxo normal enquanto parte dele está voltando. Com isso o átrio começa a remodelar seu tamanho para acomodar esse sangue que está voltando do ventrículo e mais o sangue vindo das veias pulmonares. O remodelamento ocorre de forma progressiva até que o “congestionamento” fica ainda maior e chega às veias pulmonares. É quando ocorre a insuficiência cardíaca congestiva esquerda(ICCE) levando ao edema pulmonar, que é a principal consequência clinica da EVM.
A principal queixa do proprietário do cão com EVM é a tosse. Essa tosse ocorre por conta do aumento do átrio esquerdo que comprime os brônquios ou, em fases mais avançadas, quando a ICC está presente e há o edema pulmonar. Podem acontecer desmaios, lembrando que com o sangue não seguindo seu fluxo normal, ele não perfunde adequadamente e a oxigenação fica comprometida.
O estetoscópio é um instrumento valioso na detecção do sopro. Mas é o ecodopplercardiograma que nos traz informações mais apuradas de como está o funcionamento do aparato valvar, quanto de sangue está regurgitando para o átrio, qual a velocidade desse refluxo e principalmente, nos mostra se há remodelamento do átrio que antecede o edema. Em alguns casos, podemos encontrar um coração tão remodelado que as arritmias podem estar presentes, sendo que estas são diagnosticadas através do eletrocardiograma. Outro parâmetro que deve ser levado em conta é a mensuração da pressão arterial que por muitas vezes encontra-se aumentada pelo aumento de volume dentro do átrio e/ou veias pulmonares.
O tratamento da EVM é de acordo com o quadro do paciente e vai depender de cada caso. Não conseguimos melhorar a condição das valvas em si, mas trabalhamos para dar uma melhor qualidade de vida aos nossos pacientes.
Se você tem um cãozinho e quer saber como está o coraçãozinho dele, agende uma consulta com seu cardiologista de confiança!

Dra. Fernanda Rohnelt – cardiologia veterinária

Alguma vez já aferiram a pressão arterial do seu pet?

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Você sabia que é possível aferir a pressão arterial do seu pet? Assim como na medicina humana, os animais também podem sofrer com a hipertensão, porém raríssimas vezes, essa hipertensão é primária como nos humanos. A hipertensão pode ser secundária a outras doenças (renais ou endócrinas) e leva a lesão de órgãos-alvo em tecidos que recebem sangue com alta pressão sistólica.
Na rotina, usamos o método de medidas indiretas da pressão sanguínea (MIPS) que é um método não invasivo, indolor, obtido através da colocação de um manguito em uma das patas ou na cauda e utiliza-se um transdutor ultra-sônico para detectar o fluxo sanguíneo. O manguito inflado através do esfignomanômetro, irá comprimir a artéria impedindo o fluxo de sangue naquela região e assim, não é possível escutar a passagem do mesmo. Ao desinflar o manguito lentamente, volta-se a escutar o som do fluxo e é nessa hora que fazemos a leitura no esfignomanômetro. Animais ansiosos, que sofrem a “Síndrome do jaleco branco”, podem apresentar a pressão sanguínea aumentada. A mensuração deve ser feita em um ambiente tranquilo e o paciente ser minimamente contido. A pressão arterial sistólica de até 150mmHg é considerada normal. A pressão acima de 200mmHg é considerada grave e deve ser tratada.
Sopro em foco mitral, rins pequenos (gatos), descolamento de retina e hemorragia retiniana são os achados mais comuns encontrados em animais hipertensos.
Após confirmada a hipertensão testes deverão ser realizados pra identificar a causa e o estágio do dano ao órgão-alvo e assim deve-se traçar um plano de tratamento e sugerir um prognóstico.
Alguns exames podem ser solicitados para ajudar no diagnóstico de hipertensão. Dentre eles estão os exames de sangue, pesquisa de hormônios, RX, eletrocardiograma e ecocardiograma, sendo este último o mais indicado para avaliar se há hipertrofia do ventrículo esquerdo concêntrica e em alguns casos encontrar descompensação e insuficiência cardíaca.
A hipertensão deve ser tratada junto à causa primária e um atendimento multidisciplinar é fundamental para o sucesso no tratamento.
E você?Alguma vez já aferiu a pressão arterial do seu pet?

Dra Fernanda Rohnelt – especialista em Cardiologia veterinária

A obesidade nos nossos melhores amigos

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A obesidade é considerada no momento a doença mais comum em cães e gatos.

Atualmente pelo menos 1 em cada 4 cães e gatos atendidos em um consultório médico estão com sobrepeso ou  obesos. Estando associada há diversas afecções. A causa mais frequente é o resultado um desequilíbrio entre a ingestão e o gasto de energia. Inúmeros fatores podem contribuir, como por exemplo: a castração (ocorre diminuição da necessidade energética, logo deve se diminuir a quantidade de calorias ofertada), sedentarismo, petiscos, disfunções endócrinas.

Pacientes acima do peso ideal apresentam diminuição da qualidade e da expectativa de vida. É comum o tutor dos animais não reconhecer que seu animal de estimação está acima do peso e com isso esta cada vez mais frequente os pequenos animais estarem em sobrepeso e obesos.

Seu animal está acima do peso?  Tem dúvidas?

Realizamos programa de perda de peso de acordo com as necessidades do seu pet!

Pacientes acima do peso precisam de uma dieta com menor energia, maior teor de fibra e em alguns casos menor teor de carboidrato. Porém cada paciente é único e por isso trabalhamos com o que melhor se adequa a ele. Pelo bem estar dos cães e gatos, por meio de melhor resposta nutricional, procure um médico veterinário especializado em nutrição.

Dra. Clarissão Galvão – especialista em nutrição animal – clínica Vet Care