Seu pet já aferiu a pressão arterial?

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Você sabia que é possível aferir a pressão arterial do seu pet? Assim como na medicina humana, os animais também podem sofrer com a hipertensão, porém raríssimas vezes, essa hipertensão é primária como nos humanos. A hipertensão pode ser secundária a outras doenças (renais ou endócrinas) e leva a lesão de órgãos-alvo em tecidos que recebem sangue com alta pressão sistólica.

Na rotina, usamos o método de medidas indiretas da pressão sanguínea (MIPS) que é um método não invasivo, indolor, obtido através da colocação de um manguito em uma das patas ou na cauda e utiliza-se um transdutor ultra-sônico para detectar o fluxo sanguíneo. O manguito inflado através do esfignomanômetro, irá comprimir a artéria impedindo o fluxo de sangue naquela região e assim, não é possível escutar a passagem do mesmo. Ao desinflar o manguito lentamente, volta-se a escutar o som do fluxo e é nessa hora que fazemos a leitura no esfignomanômetro. Animais ansiosos, que sofrem a “Síndrome do jaleco branco”, podem apresentar a pressão sanguínea aumentada. A mensuração deve ser feita em um ambiente tranquilo e o paciente ser minimamente contido. A pressão arterial sistólica de até 150mmHg é considerada normal. A pressão acima de 200mmHg é considerada grave e deve ser tratada.

Sopro em foco mitral, rins pequenos (gatos), descolamento de retina e hemorragia retiniana são os achados mais comuns encontrados em animais hipertensos.
Após confirmada a hipertensão testes deverão ser realizados para identificar a causa e o estágio do dano ao órgão-alvo e assim deve-se traçar um plano de tratamento e sugerir um prognóstico.

Alguns exames podem ser solicitados para ajudar no diagnóstico de hipertensão. Dentre eles estão os exames de sangue, pesquisa de hormônios, RX, eletrocardiograma e ecocardiograma, sendo este último o mais indicado para avaliar se há hipertrofia do ventrículo esquerdo concêntrica e em alguns casos encontrar descompensação e insuficiência cardíaca.

A hipertensão deve ser tratada junto à causa primária e um atendimento multidisciplinar é fundamental para o sucesso no tratamento.

Então, da próxima vez que seu pet for à consulta, peça para o seu veterinário aferir a sua pressão.

Dra. Fernanda Rohnelt – cardiologia veterinária

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Ultrassonografia em cães e gatos: tire suas dúvidas

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A ultrassonografia é um método que produz em tempo real imagens em movimento das estruturas e órgãos do interior do corpo. Pode ser usado para fins preventivos, diagnósticos ou como acompanhamento de tratamentos. Entre as vantagens do ultrassom está a de ser de um método de captura de imagem não invasivo, sem usar radiação ou necessitar de anestesia.

Confira algumas das dúvidas mais comuns sobre a ultrassonografia e suas respectivas respostas:

1 – Como é feito o exame de ultrassonografia?

O exame consiste em fazer deslizar sobre a pele, com ajuda de um gel, um pequeno aparelho chamado transdutor, que emite ondas sonoras de alta frequência, que são captadas de volta sob a forma de eco. Como cada órgão e estrutura tecidual têm uma densidade específica, os tempos de retorno dos ecos devolvidos por eles são diferentes e são traduzidos na tela, formando uma imagem captada por um computador.

2- Para que serve o gel ultrassonográfico?

O gel usado em ultrassonografia é a base de água não causando alergia e/ou irritação na pele. É usado para facilitar o deslizamento do transdutor pela pele, neutralizar a interferência do ar no contado e fazem uma camada de afastamento possibilitando a visualização de estruturas superficiais.

3 – É preciso tosar a barriga do meu pet?

Infelizmente alguns vezes se faz necessário a tosa do local a ser avaliado para facilitar o contato do transdutor na pele e minimizar a presença do ar no local possibilitando assim a visualização das estruturas a serem estudadas. A tosa é feita com um aparelho próprio para isso e não causa dor.

4- A ultrassonografia é um exame seguro?

Sim, é um exame completamente seguro.

5 – É exigido algum preparo prévio antes da ultrassonografia?

A falta de preparo prévio não impossibilita o exame, mas como gás em alça intestinal dificulta a visualização de algumas estruturas, o ideal é que o paciente fique em jejum de 6 a 8 horas e com a repleção da bexiga.

6 – Este exame causa dor?

É um exame não invasivo e indolor que fornece imagens dinâmicas em tempo real, sem o uso de radiação ou anestésicos.

7- Meu pet é muito bravo. Precisa ser sedado para a realização do exame?

Não. O máximo que pode acontecer é ser necessário o uso de fucinheira e/ou toalhas e/ou malhas de contenção. Nenhum tipo de contenção causa dor ao animal q normalmente durante o exame acabam relaxando e cooperando quando se dão conta q nada de ruim ira acontecer.

8 – Existem contraindicações?

Não. Todos podem fazer este exame.

9- Qual a posição que o meu pet vai ficar?

A melhor posição para a realização do exame é em decúbito dorsal ,ou seja, de barriga p cima. Eles são deitados com todo o cuidado e carinho em uma calha de espuma grossa forrada na qual ficam confortavelmente durante todo o exame.

10- Quanto tempo demora o exame?

O exame é operador dependente mas o comportamento do pet também deve ser levado em consideração. Normalmente leva entre 30 minutos a 1 hora de duração.

Tem mais dúvidas a respeito desse exame? Envie para gente!

Dra. Elida Gripp Manheimmer – ultrassonografia veterinária

 

O veterinário auscultou um sopro no coração do meu pet. E agora?

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Existem vários motivos para o sopro estar presente. Mas tem um tipo de sopro que é sem dúvida o mais frequente na clínica de pequenos animais, que é o causado na endocardiose de válvula mitral (EVM).
Mas afinal o que é EVM? É a doença cardíaca adquirida mais comum nos cães idosos que pode acometer qualquer raça, porém cães de pequeno porte sofrem mais as consequências clínicas da doença. Com o passar do tempo as valvas que deveriam ser finas, lisas e com boa coaptção, sofrem uma degeneração e fibrose com isso elas não conseguem exercer bem o seu papel. As valvas funcionam como portas bang bang (tipo de faroeste) que abrem e fecham o tempo todo! Milhares de vezes ao dia! Elas servem para impedir que o sangue que deve sair do átrio em direção ao ventrículo, retorne ao átrio. Quando essas “portas” não exercem seu papel de forma adequada ocorre um refluxo de sangue para o átrio. O sangue saindo do átrio em direção ao ventrículo mais o refluxo causa um turbilhonamento que pode ser auscultado ou até mesmo sentido com as mãos, dependendo da velocidade.
Que consequências o sopro pode ter? Pense no nosso dia a dia, no trânsito, por exemplo: Quando o transito está muito ruim em uma importante via, ele vai refletir não só pontualmente naquele local mas também em outras vias. No coração acontece como no trânsito. Fisiologicamente o sangue vem das veias pulmonares, chega ao átrio esquerdo e segue em direção ao ventrículo esquerdo e de lá ele segue para a artéria aorta sendo distribuído para o resto do corpo. Na EVM parte do sangue está indo em seu fluxo normal enquanto parte dele está voltando. Com isso o átrio começa a remodelar seu tamanho para acomodar esse sangue que está voltando do ventrículo e mais o sangue vindo das veias pulmonares. O remodelamento ocorre de forma progressiva até que o “congestionamento” fica ainda maior e chega às veias pulmonares. É quando ocorre a insuficiência cardíaca congestiva esquerda(ICCE) levando ao edema pulmonar, que é a principal consequência clinica da EVM.
A principal queixa do proprietário do cão com EVM é a tosse. Essa tosse ocorre por conta do aumento do átrio esquerdo que comprime os brônquios ou, em fases mais avançadas, quando a ICC está presente e há o edema pulmonar. Podem acontecer desmaios, lembrando que com o sangue não seguindo seu fluxo normal, ele não perfunde adequadamente e a oxigenação fica comprometida.
O estetoscópio é um instrumento valioso na detecção do sopro. Mas é o ecodopplercardiograma que nos traz informações mais apuradas de como está o funcionamento do aparato valvar, quanto de sangue está regurgitando para o átrio, qual a velocidade desse refluxo e principalmente, nos mostra se há remodelamento do átrio que antecede o edema. Em alguns casos, podemos encontrar um coração tão remodelado que as arritmias podem estar presentes, sendo que estas são diagnosticadas através do eletrocardiograma. Outro parâmetro que deve ser levado em conta é a mensuração da pressão arterial que por muitas vezes encontra-se aumentada pelo aumento de volume dentro do átrio e/ou veias pulmonares.
O tratamento da EVM é de acordo com o quadro do paciente e vai depender de cada caso. Não conseguimos melhorar a condição das valvas em si, mas trabalhamos para dar uma melhor qualidade de vida aos nossos pacientes.
Se você tem um cãozinho e quer saber como está o coraçãozinho dele, agende uma consulta com seu cardiologista de confiança!

Dra. Fernanda Rohnelt – cardiologia veterinária

Alguma vez já aferiram a pressão arterial do seu pet?

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Você sabia que é possível aferir a pressão arterial do seu pet? Assim como na medicina humana, os animais também podem sofrer com a hipertensão, porém raríssimas vezes, essa hipertensão é primária como nos humanos. A hipertensão pode ser secundária a outras doenças (renais ou endócrinas) e leva a lesão de órgãos-alvo em tecidos que recebem sangue com alta pressão sistólica.
Na rotina, usamos o método de medidas indiretas da pressão sanguínea (MIPS) que é um método não invasivo, indolor, obtido através da colocação de um manguito em uma das patas ou na cauda e utiliza-se um transdutor ultra-sônico para detectar o fluxo sanguíneo. O manguito inflado através do esfignomanômetro, irá comprimir a artéria impedindo o fluxo de sangue naquela região e assim, não é possível escutar a passagem do mesmo. Ao desinflar o manguito lentamente, volta-se a escutar o som do fluxo e é nessa hora que fazemos a leitura no esfignomanômetro. Animais ansiosos, que sofrem a “Síndrome do jaleco branco”, podem apresentar a pressão sanguínea aumentada. A mensuração deve ser feita em um ambiente tranquilo e o paciente ser minimamente contido. A pressão arterial sistólica de até 150mmHg é considerada normal. A pressão acima de 200mmHg é considerada grave e deve ser tratada.
Sopro em foco mitral, rins pequenos (gatos), descolamento de retina e hemorragia retiniana são os achados mais comuns encontrados em animais hipertensos.
Após confirmada a hipertensão testes deverão ser realizados pra identificar a causa e o estágio do dano ao órgão-alvo e assim deve-se traçar um plano de tratamento e sugerir um prognóstico.
Alguns exames podem ser solicitados para ajudar no diagnóstico de hipertensão. Dentre eles estão os exames de sangue, pesquisa de hormônios, RX, eletrocardiograma e ecocardiograma, sendo este último o mais indicado para avaliar se há hipertrofia do ventrículo esquerdo concêntrica e em alguns casos encontrar descompensação e insuficiência cardíaca.
A hipertensão deve ser tratada junto à causa primária e um atendimento multidisciplinar é fundamental para o sucesso no tratamento.
E você?Alguma vez já aferiu a pressão arterial do seu pet?

Dra Fernanda Rohnelt – especialista em Cardiologia veterinária

A obesidade nos nossos melhores amigos

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A obesidade é considerada no momento a doença mais comum em cães e gatos.

Atualmente pelo menos 1 em cada 4 cães e gatos atendidos em um consultório médico estão com sobrepeso ou  obesos. Estando associada há diversas afecções. A causa mais frequente é o resultado um desequilíbrio entre a ingestão e o gasto de energia. Inúmeros fatores podem contribuir, como por exemplo: a castração (ocorre diminuição da necessidade energética, logo deve se diminuir a quantidade de calorias ofertada), sedentarismo, petiscos, disfunções endócrinas.

Pacientes acima do peso ideal apresentam diminuição da qualidade e da expectativa de vida. É comum o tutor dos animais não reconhecer que seu animal de estimação está acima do peso e com isso esta cada vez mais frequente os pequenos animais estarem em sobrepeso e obesos.

Seu animal está acima do peso?  Tem dúvidas?

Realizamos programa de perda de peso de acordo com as necessidades do seu pet!

Pacientes acima do peso precisam de uma dieta com menor energia, maior teor de fibra e em alguns casos menor teor de carboidrato. Porém cada paciente é único e por isso trabalhamos com o que melhor se adequa a ele. Pelo bem estar dos cães e gatos, por meio de melhor resposta nutricional, procure um médico veterinário especializado em nutrição.

Dra. Clarissão Galvão – especialista em nutrição animal – clínica Vet Care

 

Lesão de reabsorção dentária felina

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Se você tem um gatinho em casa, é capaz de já ter escutado sobre a lesão de reabsorção dentária felina. Quer saber mais um pouco sobre ela? A Dra. Claudia Youle, especialista em odontologia veterinária, nos explica melhor:

“A lesão de reabsorção dentária felina é uma doença que comumente acomete os dentes dos felinos. Infelizmente os pesquisadores que estudam essa doença ainda não conseguiram isolar sua causa direta, mas sabemos que algo em seu organismo estimula células (odontoclastos) a retirarem o cálcio que formam os dentes. O resultado é que os dentes ficam quebradiços, a gengiva ao seu redor inflama e se, chegar até à polpa dentária (parte viva do dente onde ficam vasos sanguíneos e nervos), podem causar bastante dor. Muitas vezes os gatinhos se tornam ariscos, agressivos, perdem peso por não conseguirem comer.”

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Se você perceber que seu gato anda se escondendo pela casa, está colocando as patinhas na boca como se tentasse remover algo, se ele grita quando bebe água ou come e ao abrir a boca você percebe a gengiva inflamada, está na hora de levar seu amigo para um atendimento especializado em odontologia.

Fique atento a esses sinais e sintomas e consulte um dentista veterinário para realizar um exame completo da cavidade oral. Seu gato conta com você para zelar por sua saúde!

Doença renal parte 1: saiba mais sobre quais são os sintomas e como preveni-los

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O mês de março é o mês da conscientização da doença renal em cães e gatos. Você sabe o que é a doença renal crônica? Como ela se manifesta tanto em cães quanto em felinos? Abaixo você poderá tirar todas as suas dúvidas!

Você sabia que existe diferença entre Injúria Renal Aguda, Insuficiência Renal e Doença Renal?
O quadro de Insuficiência Renal significa que os rins já não são capazes de manter seu funcionamento sem que haja prejuízos maiores ao funcionamento do organismo como um todo. A insuficiência e o consequente aumento da CREATININA, se dão com a perda maior do que 66% das células renais, seja de forma permanente ou passageira. De acordo com a gravidade da lesão, podem levar à morte do animal.
A Injúria Renal Aguda se caracteriza por insultos renais, que variam quanto à sua gravidade. Existem diversas formas de agressão aos rins, e eles podem, ou não, levar à um quadro de insuficiência. Injúrias agudas levam a inflamação e morte de muitas células renais. Nesses locais de inflamação, há chance de recuperação e retorno da função das células renais. Quando há morte formam “cicatrizes”(fibrose tecidual), que tem caráter irreversível.
A Doença Renal indica que há alguma alteração funcional e/ou anatômica, mas essa condição pode ou não ter chegado à uma insuficiência.

QUANDO devo me preocupar com a Doença renal crônica (DRC)?
O aumento da ingestão de água, presença de urina muito diluída (urina “clara”) e/ou em muita quantidade, urina em local inapropriado, perda de massa muscular progressiva, vômitos intermitentes e apetite caprichoso, devem acender um ALERTA para a presença de lesão renal, as vezes ainda numa situação inicial. Especialmente em animais adultos e idosos que tenham doenças como: doenças cardíacas e endócrinas, doenças infectocontagiosas, hipertensão arterial, infecção urinária de repetição, , urolitíases (“pedra nos rins”), inflamações crônicas.

Como posso observar os primeiros sintomas?
Nos gatos: Gatos tem origem desértica e são caçadores, por isso são capazes de disfarçar os sintomas de várias doenças para que não demonstrem sua fraqueza. Na DRC não é diferente, e os primeiros sintomas podem aparecer de forma bem inespecífica e enganando muitas vezes o tutor e até mesmo os veterinários. O simples aumento da ingestão de água, aumento no volume de urina, vômitos intermitentes (que se confundem com vômitos de bolas de pelos, que são comuns), perda de massa muscular de forma progressiva (as vezes muito rapidamente), hábitos estranhos como miados sem motivo aparente, se esconder, cabeça baixa e prostração, que não são compatíveis com a personalidade do seu gato, podem indicar desconforto (cistos renais? pedra nos rins?) ou dores de cabeça (hipertensão?).
Nos cães: Cães apresentam sintomas de forma mais expressiva do que gatos. Algumas raças dificultam um pouco o diagnostico devido ao comportamento muito ativo e sempre animado. Mas alguns sinais, as vezes aparentemente normais, podem indicar início de lesão ou doenças renais congênitas. Alguns dos sinais mais aparentes como vômitos e diarréia, inapetência, cansaço, hálito forte, prostração, podem já indicar lesão mais avançadas. Mas inicialmente podemos apenas notar aumento da ingestão de água, as vezes até vomitando devido a esse aumento exagerado, urina mais diluída e em maior volume, perda de peso, apetite seletivo, vomito esporádico (1 a 2x/semana), infecção urinária recorrente, urina em local inapropriado, comportamento alterado as vezes sem motivo aparente e com melhora sem tratamento.

Existe uma maneira de prevenir que meu animalzinho tenha DRC?
As visitas ao médico veterinário desde filhote, seguindo suas recomendações de dietas, exames, e medicações de prevenção (vacinação, vermífugos, carrapaticidas etc) são as principais maneiras de prevenir doenças diversas que vão causar pequenas lesões renais. Ao longo da vida as pequenas lesões podem leva-lo a uma perda de 2/3 da massa renal, e aí sim ter o aparecimento dos primeiros sintomas de maneira mais clara.
Mas mudanças na rotina de seu animal pode dificultar o aparecimento da DRC mais precocemente, como por exemplo, retirar o acesso de animais as plantas com potencial efeito tóxico, deixar água fresca a vontade e em comedouros sempre higienizados, oferecer dietas equilibradas e que condizem com as necessidades de cada fase da vida do animal, fazer passeios com frequência estimulando a micção o máximo de vezes ao dia evitando a estase de urina na bexiga por períodos prolongados, castração eletiva de machos idosos antes do aparecimento de problemas prostáticos e cuidados com a higiene oral dos animais sempre.

Quais os objetivos do tratamento se as lesões são irreversíveis?
Principalmente dar qualidade de vida aos pacientes, retardando o avanço da DRC, controlando os fatores de evolução.

E como podemos fazer isso?
Para cada fase da DRC existe uma recomendação para o tratamento. Por tratar-se de uma doença incurável, o acompanhamento contínuo desses animais é fundamental para que se faça um bom controle da progressão.
No site http://www.iris-kidney.com podemos encontrar as diretrizes de tratamento para cada fase da doença.

No próximo post falaremos mais sobre a DRC, como diagnosticá-la e tratá-la corretamente.

Dr. Igor Wirth – Médico veterinário especialista em nefrologia e urologia veterinária