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Testes alérgicos em cães: tire suas dúvidas

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As doenças alérgicas são cada vez mais comuns nos nossos pets.  A dermatite atópica canina (DAC), que acomete de 10 a 20% da população total de cães, é um tipo de doença alérgica e uma das principais causas de coceira em cães. É uma doença crônica e que não tem cura, apenas controle, que pode ser através de medicamentos tópicos (xampu, hidratantes, sprays, etc), comprimidos orais, controle do ambiente onde o animal vive e, mais recentemente, o uso de vacinas (imunoterapia).

Em animais atópicos, há uma predisposição hereditária a desenvolver reações alérgicas, mediadas pelas imunoglobulinas E (Ig E), em resposta a vários alérgenos ambientais. Ou seja, o organismo de cada paciente produz anticorpos contra determinados agentes (alérgenos) que causam alergia e, consequentemente, a coceira e vermelhidão na pele. E que agentes são esses? Pólens de plantas (árvores, arbustos e grama), poeira doméstica (que possui restos de inseto e principalmente os famosos ácaros), bolores que acometem ambientes úmidos (“mofo”) e ácaros presentes em rações comerciais.

  • Então, como posso saber ao que o meu cachorro é alérgico?

O seu melhor amigo pode fazer um teste alérgico, a fim de se determinar qual os alérgenos ele apresenta reação e, a partir disso, desenvolver uma vacina específica para ele.

  • Como é feito esse teste alérgico?

Em primeiro lugar, os cães alérgicos passam por uma consulta com o veterinário dermatólogo a fim de diagnosticar a DAC e saber se, no caso específico do animal, o teste alérgico pode ser realizado.

 Existem 2 tipos de teste alérgico: cutâneo e sorológico. O cutâneo é simples, seguro e realizado dentro do consultório. O teste é realizado na lateral do tórax onde, após tosarmos uma pequena área, pingamos diversos extratos suspeitos de causar alergia naquele paciente. Em seguida, realizamos uma leve picada  na pele (chamada de puntura). Não há sangue e nem desconforto para o paciente. Após 15 minutos, analisamos se o paciente fez uma pequena reação alérgica no local, semelhante a uma picada de inseto.

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Já o teste sorológico é realizado através de uma amostra de sangue, onde é enviado ao laboratório e, cerca de 7 dias úteis, temos um resultado mostrando quais alérgenos esse paciente apresentou sensibilidade.

  • E qual teste é melhor?

Apesar de podermos testar mais alérgenos através do teste sorológico, o resultado pode indicar uma sensibilização e, não necessariamente, alergia. Ou seja, o animal pode apresentar reação a substâncias que ele não tem alergia, apenas teve contato.

Já os testes cutâneos tem a vantagem do resultado mais ser rápido e são mais específicos que os de sangue, ou seja, quando o animal reage àquele extrato, é porque de fato tem alergia àquele alérgeno.

 Por isso, a escolha e interpretação de ambos deverá ser feita por um profissional capacitado e inclui não somente o teste em si, como também a história clínica daquele paciente.

  • Quais são os cuidados que devemos ter antes de realizarmos os testes?

Em ambos os testes, o paciente não pode estar usando nenhuma das medicações abaixo:

– Cortisona, seja ela na forma tópica (pomada, gel, colírio, remédios de ouvido), oral (comprimidos e cápsulas) ou injetáveis

– Uso de imunomoduladores, como ciclosporina e oclacitinib

– Antihistamínicos (hidroxizine, clemastina, difenidramina, entre outros)

– Algumas medicações antidepressivas

O ideal é consultar o médico veterinário e informar por quanto o tempo o paciente tem que ficar sem essas medicações para fazer o teste, porque isso varia de acordo com o tipo e o tempo de utilização da medicação.

No caso do teste cutâneo, o paciente não pode estar apresentando infecções de pele no dia do teste e nem a pele muito irritada.

  • Meu cachorro precisa ser sedado antes de fazer o teste cutâneo?

Na grande maioria das vezes não precisa, mesmo em cães agressivos. O animal consegue ser facilmente seguro por nossos auxiliares. Mas, quando o animal é extremamente agressivo ou muito agitado, é necessária uma sedação leve, segura e bem rápida.

  • O animal irá fica com mais coceira após o teste cutâneo?

Se o paciente apresentar uma reação alérgica exagerada, ele pode sim se coçar mais após o exame, mas ele também já poderá voltar a tomar medicações antialérgicas.

  • Consigo, através desses testes, testar ao que o meu cãozinho pode ter alergia a alimentos?

Os testes cutâneos que medem a reação alérgica a alimentos são bastante utilizados para diagnóstico de alergia alimentar em seres humanos, mas em cães ainda estão em fase experimental e esperamos que, em muito em breve, poderemos realiza-los também. Em relação aos testes sorológicos, alguns testes no mercado veterinário já testam alimentos, mas eles apresentam bastante resultado falso positivos, por isso não são recomendados na maioria dos casos.

  • Uma vez realizado o teste, como será o tratamento através das vacinas?

A imunoterapia alérgeno específica é o nome correto a popular “vacina para alergia”. O tratamento com a imunoterapia funciona através da exposição do paciente a doses crescentes de um ou mais alérgenos (selecionados previamente nos testes alérgicos) e tem como objetivo diminuir a sensibilidade do organismo apresenta em decorrência do contato com essas substâncias.

Em breve falaremos detalhadamente sobre o tratamento com as vacinas (imunoterapia).  . ___________________________________________________________________________________________

Dra. Flávia Braz – dermatologia e endocrinologia veterinária

Dra. Juliana Leitão – dermatologia veterinária

 

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Os cães obesos e as festas de final de ano

 

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As festas de fim de ano vem aí e com elas geralmente caprichamos na mesa. Muitos presentes, muita comida, barriga cheia! Mas sabe o que deve se manter balanceada? A alimentação de nossos pets! Aliás, o ano inteiro deve se manter assim, para evitarmos um mal crescente entre eles: a obesidade!

A obesidade é definida como o estado de acúmulo excessivo de tecido adiposo, ou seja, excesso de gordura corporal em relação à massa magra. É definida como doença pela Organização Mundial da Saúde e causa a morte de milhões de pessoas por ano. Mas há algum problema no fato dos nossos melhores amigos serem gordinhos? Há sim! O excesso de peso não envolve somente um problema mecânico, fazendo com que eles apresentem um peso além do que sua anatomia suporta. Vai muito além disso. Temos problemas metabólicos, endocrinológicos, importantes que se desenvolvem.

O tecido adiposo também produz substâncias inflamatórias por exemplo, chamadas adipocinas, que portanto estão implicadas com um padrão inflamatório no corpo, gerando dor! Isso mesmo, dor, desconforto! Termina por aí? Não, não. Também predispõe a doenças hormonais como a diabetes, promove acúmulo de gordura no fígado, rins, diminuindo a função desses órgãos, doenças nas articulações, complicações respiratórias, hipertensão e consequentemente diminuindo qualidade de vida e longevidade!

A vida sedentária e uma alimentação não balanceada contribuem e muito para a obesidade. Seu animal está acima do peso? Você consegue avaliar se está? Apresenta alguma alteração metabólica por conta disso? E doença hormonal que contribua para a obesidade? A Endocrinologia pode te ajudar nesse processo! Então já sabe, nada de deixar seu animal se exceder quanto ao peso!

Dr. Rodrigo Brum – endocrinologia veterinária

LINFOMA EM FELINOS

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Linfoma é uma das neoplasias comumente diagnosticada em felinos, sendo responsável por 1/3 de todas neoplasias felinas e por 90% de todas as neoplasias hematopoiéticas felinas. É um tumor que tem origem no tecido linfoide e sua classificação varia de acordo com o tecido acometido, alguns estudos dividem o linfoma em quatro grupos: alimentar, mediastinal, multicêntrico e extra-nodal. A forma anatômica mais comum de linfoma é a do trato digestivo ou alimentar,  seguida pelas formas mediastínica e multicêntrica (hepatoesplenomegalia e linfadenopatia generalizada).

Acredita-se que haja uma correlação da patologia com o vírus da leucemia felina (Felv), embora relatos mais recentes tenham demonstrado que apenas 25% dos gatos com linfoma são positivos para Felv, sendo o mais comum nestes casos o linfoma mediastinal.  O risco de ocorrência de linfoma é também maior em gatos com imunodeficiência felina (Fiv).

Geralmente, acomete os felinos na idade entre 8 a 10 anos, sendo que em pacientes Felv positivos, a doença surge mais precocemente (idade média de aproximadamente 3 anos) do que em gatos negativos para Felv .

Os sinais clínicos desta neoplasia são diversos e as vezes inespecíficos como:  falta de apetite, vômito, dificuldade para respirar, urinação excessiva e anemia. Estão relacionados com o local anatômico em que a patologia se desenvolve, então os animais podem demonstrar sinais gastrointestinais, nervosos, cardiovasculares, renais e ainda síndromes paraneoplásicas.

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O diagnóstico é baseado no histórico e evidências físicas do animal, que por muitas vezes são inespecíficas tais como perda de peso, vômitos, aumento de linfonodos periféricos, e alterações relacionadas com o tipo de linfoma apresentado.  No caso de suspeita de linfoma, uma avaliação completa do animal é necessária, e esta envolve: histórico completo, exame físico meticuloso, exames de sangue, imagem e as vezes faz-se necessário também biopsia e imuno-histoquímica do tecido acometido. O diagnóstico diferencial entre a doença inflamatória intestinal e o linfoma alimentar também é muito importante para que se dê inicio ao tratamento adequado.

Quando não tratado, as chances de sobrevivência dos felinos são pequenas, mas com tratamento, é possível aumentar a chance e a qualidade de vida de seu animal. O tratamento mais comum para linfoma é a quimioterapia e em alguns casos, radioterapia. Normalmente a quimioterapia tem resultados positivos, aumentando a longevidade dos gatos em 70% do tempo estimado sem o tratamento. Lembrando-se que a qualidade de vida do animal é sempre o maior objetivo.

Consulte seu veterinário para ver as opções viáveis de tratamento e escolher a que se adeque melhor ao estilo de vida do seu animal.

 

Dra.Gabriela Vieira – Especialista em Medicina Felina 

Terapia Floral – O que é e como funciona?

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As essências florais são soluções líquidas infundidas de padrões, feitas com flores de determinadas plantas que contem uma marca específica (caráter vibracional da flor) que responde equilibrando, reparando e reconstruindo os desequilíbrios dos seres nos níveis físico, emocional e mental. Portanto, tem o propósito de equilibrar os distúrbios mentais e físicos manifestados pelos indivíduos.

De forma resumida, os florais são medicamentos curadores, muito usados em casos crônicos que se desenvolveram ao longo da vida. Além destes, existem os florais de personalidade (cada indivíduo possui o seu), os auxiliares e os assistentes, que tem a função de facilitar o equilíbrio da verdadeira personalidade individual, sendo escolhidos de acordo com os estados mental e emocional do paciente.

Costumam ser utilizados como terapia complementar à Homeopatia. Tanto associados, quanto sozinhos, produzem bastante êxito em distúrbios comportamentais, muito comuns de serem observados atualmente nos animais. Mas não é só isso! Vocês sabiam que os Florais também tratam problemas físicos? Sim! Vejam abaixo:

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Além de todos os benefícios citados acima, as grandes vantagens da terapia floral são:

  • Fácil administração as essências florais podem ser gotejadas diretamente na boca, na água, nos alimentos, ou ainda borrifadas, tanto nos animais, quanto no ambiente;
  • Efeitos relativamente rápidos em média, costuma-se modalizar o comportamento entre 2 e 4 meses, dependendo da resposta individual;
  • Resultados duradouros não necessita de muitas repetições ao longo da vida;
  • E o mais importante: não sobrecarregam os órgãos vitais, tais como fígado e rins.

Gostaram? Que tal tratar de maneira integrativa e individualizada aqueles que tanto amamos? Estou à disposição! Um grande abraço a todos!

Dra. Ana Paula Bacellar Cajueiro

Médica Veterinária – CRMV-RJ 8190

Homeopatia – Florais – Reiki

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A importância da ultrassonografia na gestação de gatas e cadelas

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Muitos tutores de gatas e cadelas tem vontade de cruzar as suas princesas para ficarem com um filhotinho ou para darem a amigos queridos, afinal isso é uma forma de perpetuar aquele serzinho que mais amamos. Mas você sabia que as fêmeas prenhas também devem fazer pré-natal? E, nesse pré-natal, a ultrassonografia é o exame mais importante, uma vez que através deles podemos :

  • realizar diagnostico de gestação precoce (15 a 20 dias pós-fecundação)
  • detectar do embrião a partir de 22 -25 dias pós-fecundação (pf))
  • ver a viabilidade fetal através da avaliação dos batimentos cardíacos (21 a 20 em cães e 18 a 25 em gatos pf)
  • visualizar os movimentos fetais (33 a 35 dias pf)
  • avaliar fluxo sanguíneo pelo Doppler
  • ter uma estimativa de idade através de cálculos gestacionais e de números de fetos
  • detectar de possíveis anormalidades da gestação e dos fetos a partir de 30 dias (Identificações do crânio, coluna, costela e pelve  é feita com 30 a 35 dias pf e diferenciação de cabeça, tórax e abdômen  com 35 dias pf).

O uso do Doppler ainda nos permite uma avaliação em tempo real das hemodinâmicas materna e fetal de vasos, tais como artéria uteroplacentária, cordão umbilical, aorta e veia cava caudal do feto. O desenvolvimento vascular anormal da placenta nos compartimentos fetal ou materno é responsável pela restrição de crescimento intrauterino, pelo sofrimento fetal e pela perda gestacional precoce. Todos estes dados juntos mostram a grande importância do acompanhamento gestacional pela ultrassonografia.

Para que a cadela ou gata tenha uma gestação e um parto com segurança, não deixe de fazer uma consulta com o clínico geral e o acompanhamento ultrassonográfico no início e no final da gestação.

Dra. Elida Gripp Manheimmer – responsável pelo setor de ultrassonografia da Vet Care

Esporotricose: saiba mais sobre essa zoonose

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Já ouviu falar em esporotricose? A doença vem se tornando um problema de saúde pública no Estado do Rio de Janeiro, em razão de ser uma zoonose, e  do aumento significativo de casos em seres humanos nos últimos anos.

A esporotricose é uma micose causada, na maior parte dos casos, pela implantação traumática do fungo Sporothrix schenckii na pele. Tanto seres humanos quanto os felinos adquirem a doença através da penetração traumática na pele causada por felpas de madeira, espinhos de plantas e material vegetal contaminado. A infecção através da inalação de estruturas fúngicas (conídios) presente no ambiente é considerada rara. Os felinos acometidos por esse fungo podem transmitir, ao homem e a outros animais, através de mordeduras e arranhaduras, ou ainda pelo contato da pele ou mucosa com as secreções das lesões. Na maioria das vezes a enfermidade evolui como infecção benígna, limitada à pele e ao tecido subcutâneo, mas em raras ocasiões pode se disseminar, acometendo os ossos e órgãos internos.

As formas clínicas de esporotricose são: cutânea, cutâneo – linfática ou disseminada. Em muitos casos, mais de uma forma clínica pode ser observada. Em gatos, a forma cutânea é a mais freqüente e manifesta-se como lesões papulonodulares geralmente localizadas na região de cabeça, na parte distal dos membros ou na base da cauda. As áreas acometidas ulceram (formam feridas) e drenam secreção purulenta, levando à formação de crostas. Extensas áreas de necrose podem desenvolver e evoluir com a exposição de músculos e ossos. A doença pode se disseminar para outras áreas do corpo por auto-inoculação, devido aos hábitos de higiene da espécie felina. E ainda podem manifestar forma disseminada da doença que  está associada a sinais sistêmicos de prostração e febre.

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Fotos: felino de aproximadamente 1ano, atendido na Vet Care com lesões ulceradas em lábio superior.

A esporotricose deve ser suspeitada quando o felino apresenta lesões de pele ulceradas ou supurativas, especialmente quando as lesões são refratárias ao tratamento com antibióticos. Os animais que tem acesso à rua são facilmente infectados, especialmente aqueles que são portadores de doenças virais, como FIV, FELV e PIF. O diagnóstico definitivo de esporotricose está baseado histórico, exame fisco e  no isolamento e identificação do microorganismo. Este pode ser realizado através de exame citopatológico da secreção e do aspirado por agulha fina, no exame histopatológico da pele acometida e na cultura fúngica. Mas, na grande maioria das vezes, numa simples citologia da lesão de pele conseguimos encontrar o fungo e confirmar a doença.

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Como a esporotricose é uma doença de alto risco para a saúde pública deve-se tomar medidas preventivas como tratamento e isolamento dos animais doentes até a completa cicatrização das lesões. O tutor de um felino afetado deve ser alertado do potencial infeccioso da doença, sendo orientado quanto a desinfecção das instalações com solução de hipoclorito de sódio instituída durante o tratamento, visando proteger os humanos que mantenham contato com gatos infectados, devido à natureza contagiosa da doença. Além disso, o tutor e o médico veterinário devem sempre usar luvas ao manipular esse animal e lavar as mãos com soluções antisépticas de clorexidine. Caso o humano seja arranhado ou mordido por um felino com suspeita de esporotricose, ele deverá lavar a ferida com bastante sabão e água morna a quente e imediatamente procurar auxílio médico. Outro ponto importante é a castração dos gatos machos que, por circularem pela rua, são mais propensos a brigas que podem causar feridas e acidentalmente inocular o fungo.

Dra. Gabriela Vieira – medicina de felinos Vet care

Dra. Flávia Braz – dermatologia veterinária Vet Care

 

Desmaio ou convulsão? Saiba como diferenciar

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Você saberia dizer se seu pet desmaiou ou teve uma crise convulsiva?
Num momento de desespero, se seu pet ficar desacordado ou perder os sentidos, muitas vezes você não saberá informar detalhes sobre o que houve. Porém, para o veterinário, saber se foi um desmaio ou convulsão faz toda a diferença no diagnóstico e tratamento do problema.
Geralmente, quando os Pets apresentam desmaio (ou síncope), eles perdem todas as reações e ficam desacordados, imóveis. Esse desmaio pode ser precedido de um espasmo e relaxamento dos esfíncteres promovendo a defecação e micção de forma involuntária. O animal fica mole, como se estivesse dormindo.
Já na convulsão, o animal apresenta vários movimentos espásticos, olhar vidrado, tremores generalizados, além de defecação e micção de forma involuntária. E o animal também perde os sentidos.
Tanto a convulsão quanto a síncope podem ser consequências de doenças cardíacas. Em função de uma doença no coração, ocorre uma redução do aporte de oxigênio ao tecido cerebral e, com isso, o animal pode desmaiar ou convulsionar.
Então, se o seu animal convulsionar ou desmaiar, mantenha a calma e perceba esses sinais e, em seguida, leve-o imediatamente ao veterinário! Só assim, o médico veterinário poderá socorrer de forma imediata o paciente e, para ter um diagnóstico mais preciso, encaminhá-lo em seguida para o médico veterinário especializado em cardiologia.
Dra. Indira Ormond – cardiologia veterinária