Lesão de reabsorção dentária felina

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Se você tem um gatinho em casa, é capaz de já ter escutado sobre a lesão de reabsorção dentária felina. Quer saber mais um pouco sobre ela? A Dra. Claudia Youle, especialista em odontologia veterinária, nos explica melhor:

“A lesão de reabsorção dentária felina é uma doença que comumente acomete os dentes dos felinos. Infelizmente os pesquisadores que estudam essa doença ainda não conseguiram isolar sua causa direta, mas sabemos que algo em seu organismo estimula células (odontoclastos) a retirarem o cálcio que formam os dentes. O resultado é que os dentes ficam quebradiços, a gengiva ao seu redor inflama e se, chegar até à polpa dentária (parte viva do dente onde ficam vasos sanguíneos e nervos), podem causar bastante dor. Muitas vezes os gatinhos se tornam ariscos, agressivos, perdem peso por não conseguirem comer.”

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Se você perceber que seu gato anda se escondendo pela casa, está colocando as patinhas na boca como se tentasse remover algo, se ele grita quando bebe água ou come e ao abrir a boca você percebe a gengiva inflamada, está na hora de levar seu amigo para um atendimento especializado em odontologia.

Fique atento a esses sinais e sintomas e consulte um dentista veterinário para realizar um exame completo da cavidade oral. Seu gato conta com você para zelar por sua saúde!

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Doença renal parte 1: saiba mais sobre quais são os sintomas e como preveni-los

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O mês de março é o mês da conscientização da doença renal em cães e gatos. Você sabe o que é a doença renal crônica? Como ela se manifesta tanto em cães quanto em felinos? Abaixo você poderá tirar todas as suas dúvidas!

Você sabia que existe diferença entre Injúria Renal Aguda, Insuficiência Renal e Doença Renal?
O quadro de Insuficiência Renal significa que os rins já não são capazes de manter seu funcionamento sem que haja prejuízos maiores ao funcionamento do organismo como um todo. A insuficiência e o consequente aumento da CREATININA, se dão com a perda maior do que 66% das células renais, seja de forma permanente ou passageira. De acordo com a gravidade da lesão, podem levar à morte do animal.
A Injúria Renal Aguda se caracteriza por insultos renais, que variam quanto à sua gravidade. Existem diversas formas de agressão aos rins, e eles podem, ou não, levar à um quadro de insuficiência. Injúrias agudas levam a inflamação e morte de muitas células renais. Nesses locais de inflamação, há chance de recuperação e retorno da função das células renais. Quando há morte formam “cicatrizes”(fibrose tecidual), que tem caráter irreversível.
A Doença Renal indica que há alguma alteração funcional e/ou anatômica, mas essa condição pode ou não ter chegado à uma insuficiência.

QUANDO devo me preocupar com a Doença renal crônica (DRC)?
O aumento da ingestão de água, presença de urina muito diluída (urina “clara”) e/ou em muita quantidade, urina em local inapropriado, perda de massa muscular progressiva, vômitos intermitentes e apetite caprichoso, devem acender um ALERTA para a presença de lesão renal, as vezes ainda numa situação inicial. Especialmente em animais adultos e idosos que tenham doenças como: doenças cardíacas e endócrinas, doenças infectocontagiosas, hipertensão arterial, infecção urinária de repetição, , urolitíases (“pedra nos rins”), inflamações crônicas.

Como posso observar os primeiros sintomas?
Nos gatos: Gatos tem origem desértica e são caçadores, por isso são capazes de disfarçar os sintomas de várias doenças para que não demonstrem sua fraqueza. Na DRC não é diferente, e os primeiros sintomas podem aparecer de forma bem inespecífica e enganando muitas vezes o tutor e até mesmo os veterinários. O simples aumento da ingestão de água, aumento no volume de urina, vômitos intermitentes (que se confundem com vômitos de bolas de pelos, que são comuns), perda de massa muscular de forma progressiva (as vezes muito rapidamente), hábitos estranhos como miados sem motivo aparente, se esconder, cabeça baixa e prostração, que não são compatíveis com a personalidade do seu gato, podem indicar desconforto (cistos renais? pedra nos rins?) ou dores de cabeça (hipertensão?).
Nos cães: Cães apresentam sintomas de forma mais expressiva do que gatos. Algumas raças dificultam um pouco o diagnostico devido ao comportamento muito ativo e sempre animado. Mas alguns sinais, as vezes aparentemente normais, podem indicar início de lesão ou doenças renais congênitas. Alguns dos sinais mais aparentes como vômitos e diarréia, inapetência, cansaço, hálito forte, prostração, podem já indicar lesão mais avançadas. Mas inicialmente podemos apenas notar aumento da ingestão de água, as vezes até vomitando devido a esse aumento exagerado, urina mais diluída e em maior volume, perda de peso, apetite seletivo, vomito esporádico (1 a 2x/semana), infecção urinária recorrente, urina em local inapropriado, comportamento alterado as vezes sem motivo aparente e com melhora sem tratamento.

Existe uma maneira de prevenir que meu animalzinho tenha DRC?
As visitas ao médico veterinário desde filhote, seguindo suas recomendações de dietas, exames, e medicações de prevenção (vacinação, vermífugos, carrapaticidas etc) são as principais maneiras de prevenir doenças diversas que vão causar pequenas lesões renais. Ao longo da vida as pequenas lesões podem leva-lo a uma perda de 2/3 da massa renal, e aí sim ter o aparecimento dos primeiros sintomas de maneira mais clara.
Mas mudanças na rotina de seu animal pode dificultar o aparecimento da DRC mais precocemente, como por exemplo, retirar o acesso de animais as plantas com potencial efeito tóxico, deixar água fresca a vontade e em comedouros sempre higienizados, oferecer dietas equilibradas e que condizem com as necessidades de cada fase da vida do animal, fazer passeios com frequência estimulando a micção o máximo de vezes ao dia evitando a estase de urina na bexiga por períodos prolongados, castração eletiva de machos idosos antes do aparecimento de problemas prostáticos e cuidados com a higiene oral dos animais sempre.

Quais os objetivos do tratamento se as lesões são irreversíveis?
Principalmente dar qualidade de vida aos pacientes, retardando o avanço da DRC, controlando os fatores de evolução.

E como podemos fazer isso?
Para cada fase da DRC existe uma recomendação para o tratamento. Por tratar-se de uma doença incurável, o acompanhamento contínuo desses animais é fundamental para que se faça um bom controle da progressão.
No site http://www.iris-kidney.com podemos encontrar as diretrizes de tratamento para cada fase da doença.

No próximo post falaremos mais sobre a DRC, como diagnosticá-la e tratá-la corretamente.

Dr. Igor Wirth – Médico veterinário especialista em nefrologia e urologia veterinária

 

 

Gatos também precisam cuidar dos dentes!

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Quem tem um gatinho em casa sabe o quanto eles são sensíveis à alterações em sua saúde. Você sabia que eles também apresentam doenças nos dentes e gengivas assim como nós?
Algumas alterações são sintomas de doenças sistêmicas, mas outros são sinais de doenças que tem origem na própria boca. Há gatos que mudam o comportamento ficando mais agressivos, outros começam a urinar pela casa. Alguns não conseguem comer ração seca e outros batem o queixo ou dão pequenos gritos quando comem ou bebem água.
Fique sempre atento ao comportamento do seu gatinho, pois assim você poderá perceber
rapidamente quando algo estiver fora do normal para ele. Indicamos que seja feita escovação dentária diária, não só para controlar formação de tártaro e as doenças infecciosas que ele causa, mas também com o objetivo que você possa perceber precocemente quando houver alguma inflamação, infecção, mau hálito ou alteração na superfície dos dentes. Fique atento!

Seu gato conta com você para zelar por sua saúde!

Dra. Cláudia Youle – especialista em Odontologia Veterinária da Vet Care

Testes alérgicos em cães: tire suas dúvidas

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As doenças alérgicas são cada vez mais comuns nos nossos pets.  A dermatite atópica canina (DAC), que acomete de 10 a 20% da população total de cães, é um tipo de doença alérgica e uma das principais causas de coceira em cães. É uma doença crônica e que não tem cura, apenas controle, que pode ser através de medicamentos tópicos (xampu, hidratantes, sprays, etc), comprimidos orais, controle do ambiente onde o animal vive e, mais recentemente, o uso de vacinas (imunoterapia).

Em animais atópicos, há uma predisposição hereditária a desenvolver reações alérgicas, mediadas pelas imunoglobulinas E (Ig E), em resposta a vários alérgenos ambientais. Ou seja, o organismo de cada paciente produz anticorpos contra determinados agentes (alérgenos) que causam alergia e, consequentemente, a coceira e vermelhidão na pele. E que agentes são esses? Pólens de plantas (árvores, arbustos e grama), poeira doméstica (que possui restos de inseto e principalmente os famosos ácaros), bolores que acometem ambientes úmidos (“mofo”) e ácaros presentes em rações comerciais.

  • Então, como posso saber ao que o meu cachorro é alérgico?

O seu melhor amigo pode fazer um teste alérgico, a fim de se determinar qual os alérgenos ele apresenta reação e, a partir disso, desenvolver uma vacina específica para ele.

  • Como é feito esse teste alérgico?

Em primeiro lugar, os cães alérgicos passam por uma consulta com o veterinário dermatólogo a fim de diagnosticar a DAC e saber se, no caso específico do animal, o teste alérgico pode ser realizado.

 Existem 2 tipos de teste alérgico: cutâneo e sorológico. O cutâneo é simples, seguro e realizado dentro do consultório. O teste é realizado na lateral do tórax onde, após tosarmos uma pequena área, pingamos diversos extratos suspeitos de causar alergia naquele paciente. Em seguida, realizamos uma leve picada  na pele (chamada de puntura). Não há sangue e nem desconforto para o paciente. Após 15 minutos, analisamos se o paciente fez uma pequena reação alérgica no local, semelhante a uma picada de inseto.

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Já o teste sorológico é realizado através de uma amostra de sangue, onde é enviado ao laboratório e, cerca de 7 dias úteis, temos um resultado mostrando quais alérgenos esse paciente apresentou sensibilidade.

  • E qual teste é melhor?

Apesar de podermos testar mais alérgenos através do teste sorológico, o resultado pode indicar uma sensibilização e, não necessariamente, alergia. Ou seja, o animal pode apresentar reação a substâncias que ele não tem alergia, apenas teve contato.

Já os testes cutâneos tem a vantagem do resultado mais ser rápido e são mais específicos que os de sangue, ou seja, quando o animal reage àquele extrato, é porque de fato tem alergia àquele alérgeno.

 Por isso, a escolha e interpretação de ambos deverá ser feita por um profissional capacitado e inclui não somente o teste em si, como também a história clínica daquele paciente.

  • Quais são os cuidados que devemos ter antes de realizarmos os testes?

Em ambos os testes, o paciente não pode estar usando nenhuma das medicações abaixo:

– Cortisona, seja ela na forma tópica (pomada, gel, colírio, remédios de ouvido), oral (comprimidos e cápsulas) ou injetáveis

– Uso de imunomoduladores, como ciclosporina e oclacitinib

– Antihistamínicos (hidroxizine, clemastina, difenidramina, entre outros)

– Algumas medicações antidepressivas

O ideal é consultar o médico veterinário e informar por quanto o tempo o paciente tem que ficar sem essas medicações para fazer o teste, porque isso varia de acordo com o tipo e o tempo de utilização da medicação.

No caso do teste cutâneo, o paciente não pode estar apresentando infecções de pele no dia do teste e nem a pele muito irritada.

  • Meu cachorro precisa ser sedado antes de fazer o teste cutâneo?

Na grande maioria das vezes não precisa, mesmo em cães agressivos. O animal consegue ser facilmente seguro por nossos auxiliares. Mas, quando o animal é extremamente agressivo ou muito agitado, é necessária uma sedação leve, segura e bem rápida.

  • O animal irá fica com mais coceira após o teste cutâneo?

Se o paciente apresentar uma reação alérgica exagerada, ele pode sim se coçar mais após o exame, mas ele também já poderá voltar a tomar medicações antialérgicas.

  • Consigo, através desses testes, testar ao que o meu cãozinho pode ter alergia a alimentos?

Os testes cutâneos que medem a reação alérgica a alimentos são bastante utilizados para diagnóstico de alergia alimentar em seres humanos, mas em cães ainda estão em fase experimental e esperamos que, em muito em breve, poderemos realiza-los também. Em relação aos testes sorológicos, alguns testes no mercado veterinário já testam alimentos, mas eles apresentam bastante resultado falso positivos, por isso não são recomendados na maioria dos casos.

  • Uma vez realizado o teste, como será o tratamento através das vacinas?

A imunoterapia alérgeno específica é o nome correto a popular “vacina para alergia”. O tratamento com a imunoterapia funciona através da exposição do paciente a doses crescentes de um ou mais alérgenos (selecionados previamente nos testes alérgicos) e tem como objetivo diminuir a sensibilidade do organismo apresenta em decorrência do contato com essas substâncias.

Em breve falaremos detalhadamente sobre o tratamento com as vacinas (imunoterapia).  . ___________________________________________________________________________________________

Dra. Flávia Braz – dermatologia e endocrinologia veterinária

Dra. Juliana Leitão – dermatologia veterinária

 

Os cães obesos e as festas de final de ano

 

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As festas de fim de ano vem aí e com elas geralmente caprichamos na mesa. Muitos presentes, muita comida, barriga cheia! Mas sabe o que deve se manter balanceada? A alimentação de nossos pets! Aliás, o ano inteiro deve se manter assim, para evitarmos um mal crescente entre eles: a obesidade!

A obesidade é definida como o estado de acúmulo excessivo de tecido adiposo, ou seja, excesso de gordura corporal em relação à massa magra. É definida como doença pela Organização Mundial da Saúde e causa a morte de milhões de pessoas por ano. Mas há algum problema no fato dos nossos melhores amigos serem gordinhos? Há sim! O excesso de peso não envolve somente um problema mecânico, fazendo com que eles apresentem um peso além do que sua anatomia suporta. Vai muito além disso. Temos problemas metabólicos, endocrinológicos, importantes que se desenvolvem.

O tecido adiposo também produz substâncias inflamatórias por exemplo, chamadas adipocinas, que portanto estão implicadas com um padrão inflamatório no corpo, gerando dor! Isso mesmo, dor, desconforto! Termina por aí? Não, não. Também predispõe a doenças hormonais como a diabetes, promove acúmulo de gordura no fígado, rins, diminuindo a função desses órgãos, doenças nas articulações, complicações respiratórias, hipertensão e consequentemente diminuindo qualidade de vida e longevidade!

A vida sedentária e uma alimentação não balanceada contribuem e muito para a obesidade. Seu animal está acima do peso? Você consegue avaliar se está? Apresenta alguma alteração metabólica por conta disso? E doença hormonal que contribua para a obesidade? A Endocrinologia pode te ajudar nesse processo! Então já sabe, nada de deixar seu animal se exceder quanto ao peso!

Dr. Rodrigo Brum – endocrinologia veterinária

LINFOMA EM FELINOS

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Linfoma é uma das neoplasias comumente diagnosticada em felinos, sendo responsável por 1/3 de todas neoplasias felinas e por 90% de todas as neoplasias hematopoiéticas felinas. É um tumor que tem origem no tecido linfoide e sua classificação varia de acordo com o tecido acometido, alguns estudos dividem o linfoma em quatro grupos: alimentar, mediastinal, multicêntrico e extra-nodal. A forma anatômica mais comum de linfoma é a do trato digestivo ou alimentar,  seguida pelas formas mediastínica e multicêntrica (hepatoesplenomegalia e linfadenopatia generalizada).

Acredita-se que haja uma correlação da patologia com o vírus da leucemia felina (Felv), embora relatos mais recentes tenham demonstrado que apenas 25% dos gatos com linfoma são positivos para Felv, sendo o mais comum nestes casos o linfoma mediastinal.  O risco de ocorrência de linfoma é também maior em gatos com imunodeficiência felina (Fiv).

Geralmente, acomete os felinos na idade entre 8 a 10 anos, sendo que em pacientes Felv positivos, a doença surge mais precocemente (idade média de aproximadamente 3 anos) do que em gatos negativos para Felv .

Os sinais clínicos desta neoplasia são diversos e as vezes inespecíficos como:  falta de apetite, vômito, dificuldade para respirar, urinação excessiva e anemia. Estão relacionados com o local anatômico em que a patologia se desenvolve, então os animais podem demonstrar sinais gastrointestinais, nervosos, cardiovasculares, renais e ainda síndromes paraneoplásicas.

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O diagnóstico é baseado no histórico e evidências físicas do animal, que por muitas vezes são inespecíficas tais como perda de peso, vômitos, aumento de linfonodos periféricos, e alterações relacionadas com o tipo de linfoma apresentado.  No caso de suspeita de linfoma, uma avaliação completa do animal é necessária, e esta envolve: histórico completo, exame físico meticuloso, exames de sangue, imagem e as vezes faz-se necessário também biopsia e imuno-histoquímica do tecido acometido. O diagnóstico diferencial entre a doença inflamatória intestinal e o linfoma alimentar também é muito importante para que se dê inicio ao tratamento adequado.

Quando não tratado, as chances de sobrevivência dos felinos são pequenas, mas com tratamento, é possível aumentar a chance e a qualidade de vida de seu animal. O tratamento mais comum para linfoma é a quimioterapia e em alguns casos, radioterapia. Normalmente a quimioterapia tem resultados positivos, aumentando a longevidade dos gatos em 70% do tempo estimado sem o tratamento. Lembrando-se que a qualidade de vida do animal é sempre o maior objetivo.

Consulte seu veterinário para ver as opções viáveis de tratamento e escolher a que se adeque melhor ao estilo de vida do seu animal.

 

Dra.Gabriela Vieira – Especialista em Medicina Felina 

Terapia Floral – O que é e como funciona?

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As essências florais são soluções líquidas infundidas de padrões, feitas com flores de determinadas plantas que contem uma marca específica (caráter vibracional da flor) que responde equilibrando, reparando e reconstruindo os desequilíbrios dos seres nos níveis físico, emocional e mental. Portanto, tem o propósito de equilibrar os distúrbios mentais e físicos manifestados pelos indivíduos.

De forma resumida, os florais são medicamentos curadores, muito usados em casos crônicos que se desenvolveram ao longo da vida. Além destes, existem os florais de personalidade (cada indivíduo possui o seu), os auxiliares e os assistentes, que tem a função de facilitar o equilíbrio da verdadeira personalidade individual, sendo escolhidos de acordo com os estados mental e emocional do paciente.

Costumam ser utilizados como terapia complementar à Homeopatia. Tanto associados, quanto sozinhos, produzem bastante êxito em distúrbios comportamentais, muito comuns de serem observados atualmente nos animais. Mas não é só isso! Vocês sabiam que os Florais também tratam problemas físicos? Sim! Vejam abaixo:

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Além de todos os benefícios citados acima, as grandes vantagens da terapia floral são:

  • Fácil administração as essências florais podem ser gotejadas diretamente na boca, na água, nos alimentos, ou ainda borrifadas, tanto nos animais, quanto no ambiente;
  • Efeitos relativamente rápidos em média, costuma-se modalizar o comportamento entre 2 e 4 meses, dependendo da resposta individual;
  • Resultados duradouros não necessita de muitas repetições ao longo da vida;
  • E o mais importante: não sobrecarregam os órgãos vitais, tais como fígado e rins.

Gostaram? Que tal tratar de maneira integrativa e individualizada aqueles que tanto amamos? Estou à disposição! Um grande abraço a todos!

Dra. Ana Paula Bacellar Cajueiro

Médica Veterinária – CRMV-RJ 8190

Homeopatia – Florais – Reiki

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